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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Conservadorismo, conservadores e suas simpatias por Eduardo Paes e Sérgio Cabral


Não é novidade para quem lê o Jornal O Dia. Aristóteles Drummond, colunista das quintas-feiras na seção de Opinião, transborda conservadorismo. Um amigo leitor do blog chamou-me atenção para um livro publicado por ele chamado "Um Conservador Integral". Esse colunista, que mostra admiração por Pinochet, Paulo Maluf, Roberto Marinho e outros mais, é simpático à gestão de Eduardo Paes e Sérgio Cabral.

Sobre Eduardo Paes, assim se refere:

"No Rio, onde a aliança Lula-Sérgio Cabral-Eduardo Paes possibilitou o re-erguimento do estado, com a conquista da Copa, das Olimpíadas, a queda da violência tem o reconhecimento popular.. Com a melhoria dos serviços de atendimento nas áreas da saúde e da educação, o resultado será inquestionável, conforme as pesquisas demonstram.

Fernando Gabeira, inteligente e respeitado, luta contra a realidade, pois o quadro hoje é diferente daquele em que quase venceu a eleição municipal do Rio. Eduardo Paes, o vitorioso, fez o que prometeu e o que o seu então opositor Gabeira se propunha fazer."
Em: http://www.aristotelesdrummond.com.br/a_teimosia_como_marca.asp 

"Nas capitais e cidades médias de todo o Brasil, a ordem urbana ganha importância tal, que, no Rio, o prefeito Eduardo Paes criou uma super-secretaria para tratar do assunto." Em: http://www.aristotelesdrummond.com.br/artigo_09-01-09.asp

"São políticos como os governadores Aécio Neves, Sérgio Cabral, os prefeitos Eduardo Paes, Nelson Trad, Gilberto Kassab, os deputados Rodrigo de Castro, Rodrigo Maia, José Otavio Germano e Odair Cunha – todos com menos de 50 anos– que podem construir o novo Brasil, olhando para frente com otimismo, confiança." Em: http://midiamax1.tempsite.ws/colunistas/?col_id=1342&coluna=82 

Sobre Sérgio Cabral:

"Negar a fase de renascimento que vive o Rio desde a posse de Sérgio Cabral é ato de má-fé. Ninguém precisa simpatizar e apoiar o governador eleito e reeleito, que fez Eduardo Paes seu aliado e vem atendendo ao interior, que lhe deu votação consagradora nas duas ocasiões. Ele andou errando e tem o mérito da coragem moral e mente limpa de ter assumido responsabilidades. (...)

Com a premiação de Lisboa, não foi Cabral quem descobriu o Brasil. Foi Portugal que descobriu o nosso Cabral. E os árabes, há milênios, já diziam que os cães ladram e a caravana passa. O carioca não pode ficar contra o Rio!" Em: http://odia.ig.com.br/portal/opiniao/html/2011/10/aristoteles_drummond_portugal_descobriu_cabral_198869.html 

Somente por curiosidade, sobre Roberto Marinho, temos:

"Esta semana marca os 105 anos do nascimento de Roberto Marinho, figura marcante da vida nacional ao longo do século XX. Jornalista, empresário de visão e homem de coragem cívica, a ele devemos muito o fato de o Brasil, em 64, ter sido salvo do caos ou de uma noite tenebrosa nos descaminhos da esquerda latino-americana – esta, como se sabe, é fraca de ideias e de eficiência, mas pródiga na violência e na ausência de liberdade. (...)

O Brasil precisa recordar a coragem, a maneira de pensar, de enfrentar riscos, de não se deixar intimidar, de homens como Roberto Marinho. É de gente com este estofo que estamos necessitando para a defesa do desenvolvimento econômico, social e, sobretudo, moral. E que os controladores dos órgãos de divulgação – imprensa, rádio, TV – se mirem no exemplo de Roberto Marinho, que, até o final de sua vida, fez prevalecer suas ideias e seus compromissos na orientação de seu consagrado grupo." Em: http://www.aristotelesdrummond.com.br/os-105-anos-de-roberto-marinho.asp 

Agora, cabe ao leitor deste blog tirar suas próprias conclusões a respeito de Aristóteles Drummond, seus interesses e o por quê de seu apoio e simpatia por Eduardo Paes e Sérgio Cabral.